Se eu tivesse um Ãdolo este seria o Dr. Love. Eu não gosto exatamente do conteúdo do que ele escreve, mas sim do humor sarcástico e da penetração psicológica que ele alcança quando responde sobre os problemas “boiolas” que caem na mão dele. Se a espiga dele for do mesmo tamanho da compreensão que ele alçança dos problemas dos veadinhos que vivem escrevendo para ele, eu não queria nunca ficar no mesmo vestiário que o cara.
O Gustavo Gitti do site nao2nao1 entrevistou ele e é imperdÃvel. Ali o Dr. Love é um paradoxo, quase lacônico nas respostas que, quanto mais curtas, mais engraçadas são. É uma demosntração que o bom humor pode ser sintético.
Quais confusões você vê frequentemente em suas amigas e parceiras? Onde elas erram e como poderiam acertar?
As mulheres são confusas por natureza. A confusão é muito feminina. Gosto do jeito atrapalhado delas e espero que continuem assim, perdidas, em busca de nossa mão firme a guiá-las e calar a boca delas quando necessário.
Sendo direto, mulher-matraca é o fim. Se for falante, melhor ter peitão.

Pausa para apreciar a imagem que veio na sua cabeça.
Acho que o aninomato é, para ele, como uma carta branca que permite que escreva o que realmente pensa. Pode até ser rotulado como machista, mas como a cara dele não está exposta para tomar porrada, está pouco se lixando. –Exonn Corleone



